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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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A empresa portuguesa que exporta jardins verticais para todo o mundo

Mäyjo, 08.03.15

A empresa portuguesa que exporta jardins verticais para todo o mundo (com VÍDEO)

Os jardins verticais estão finalmente na moda. É já possível ver, em algumas das maiores cidades do mundo, dezenas de prédios que recorrem a este método para se embelezarem e se tornarem, literalmente, mais verdes – quer seja nas suas paredes interiores ou exteriores.

Em Portugal, porém, os jardins verticais ainda não descolaram – salvo raras excepções. Uma das empresas que luta contra este cenário – por razões óbvias e de negócio – é aMinigarden, que comercializa sistemas que permitem criar espaços verdes domésticos e verticais.

Um metro quadrado de estrutura Minigardem permite a plantação de 27 plantas – o que acaba por ser um número interessante de ocupação de espaço.

“Se pensarmos que a cidade tem condições de cultivo mínimas, uma vez que todo o espaço é asfaltado, empedrado ou edificado, o espaço disponível é vertical, as paredes. E esse espaço é muitas vezes superior ao espaço de solo”, explicou ao Economia Verde o gestor de produto da Minigarden, Mário Esteves.

Este sistema, construído com módulos, permite o cultivo de todo o tipo de plantas decorativas, ervas aromáticas e vegetais, dentro e fora dos edifícios. “É uma forma excepcional de trazer o verde para a cidade”, continua o responsável, que argumenta. “Seja por questões de proximidade de cultivo de produção, estéticas ou funcionais. Ter uma parede verde tem um efeito estético psicológico extraordinário e, numa cidade, este sistema permite refrescar o ar”.

O sistema gota-a-gota dá a cada planta a nutrição necessária e evita o gasto excessivo de água e energia. O Minigarden nasceu em 2007 e exporta actualmente cerca de 90% dos seus produtos – estes jardins verticais portugueses estão já em vários centros urbanos do Planeta.

Todos os produtos da empresa estão patenteados mundialmente e podem custar a partir de €20 por módulo, na loja online ou dezenas de pontos de venda em Portugal.

Veja o episódio 194 do Economia Verde.

Foto:  Lauren Manning / Creative Commons

 

O LIXO DEIXADO NO EVERESTE PELOS ALPINISTAS

Mäyjo, 08.03.15

evereste_SAPO

O lixo humano deixado pelos alpinistas no pico mais elevado do planeta tornou-se num problema e está a provocar a poluição da zona, bem como a ameaça de propagação de doenças.

São cerca de 700 as pessoas que passam dois meses nas encostas do Monte Evereste em cada sessão de escalada. Para trás fica um rasto de lixo mas também fezes e urina que além de poluírem o local podem provocar graves problemas de saúde.

De acordo com a CBS, os problemas de saúde que o lixo e excrementos humanos podem criar está a preocupar a Associação de Montanhismo do Nepal. Ang Tshering, director da instituição, defende que o Governo nepalês deve alertar os montanhistas para depositarem o lixo e excrementos de forma apropriada, de modo a conservar a montanha.

Estima-se que cada alpinista deixe oito quilos de lixo enquanto desce a montanha para aliviar o peso que transporta.

Desde 1953, quando o Evereste foi escalado pela primeira vez pelo alpinista neozelandês Edmund Hillary, com o apoio do seu guia Sherpa Tenzing Norgay, mais de 4.000 alpinistas subiram os 8.850 metros de altitude do monte.

A fase de montanhismo do Evereste começou já e estende-se até Maio, o que significa que mais lixo e excrementos vão ser deixados para trás.

Evereste: 60 anos a acumular lixo humano